Recentemente folheando algumas revistas publicadas algum tempo atrás, deparei-me com uma edição da revista ISTO É do ano de 1995. Chamou-me a atenção uma ótima reportagem tratando de assunto, já àquela época, de suma importância para o futuro da humanidade.
Tratava-se de uma pesquisa científica iniciada em 1990 por algumas grandes potências mundiais em conjunto, com o objetivo de mapear os cerca de 100 mil genes do corpo humano, o que já tinha sido feito naquela ocasião com mais de três mil desses genes. Ainda segundo a Isto É, os genes são os depositários e os transmissores de todas as características gerais e individuais da espécie humana. São eles que determinam a formação de todo o corpo humano, desde a cor dos olhos até o fato do indivíduo ficar calvo aos quarenta anos, passando pela predisposição a uma série infindável de doenças, entre elas as quase seis mil genéticas conhecidas. Segundo a reportagem acima citada, em 2005 seria o ano programado para completar-se o mapeamento. A idéia do estudo era determinar antes mesmo do bebê nascer, que seus pais já soubessem que tipo de doenças ele estará sujeito a desenvolver em sua existência, até aquelas que irão se manifestar quando tiver 20, 40, 60 anos. Muitos leitores deverão estar se perguntado o que tem isso a ver com o espiritismo e a resposta é, TEM TUDO A VER. Para os que estudam a Doutrina Espírita, isso nada mais é que a confirmação, pela ciência humana, do que já nos informaram os espíritos através das obras básicas da codificação e outras obras complementares, principalmente os livros de André Luiz, através da mediunidade de Chico Xavier.
Nós, espíritas, sabemos que a vida presente é programada antecipadamente no mundo espiritual, onde o espírito reencarnante, orientado pelas equipes de trabalho, os chamados fisiologistas do plano invisível, influem na organização do corpo físico, colocando por vezes organismos deficientes para resgate ou na intenção de inibir possíveis quedas em sua caminhada evolutiva.
Não é por acaso que dos cerca de 200 milhões de espermatozóides só um fecunda o óvulo, e, nem sempre, é o mais apto na ótica da ciência humana, pois comumente aquele portador de anomalias supera os milhões sadios, gerando um corpo físico deficiente, e isso meus amigos, não é por acaso.
O tema da genética é rico, pode, e deve, ser por nós espíritas estudado e analisado, o que não podemos é ficar à margem do progresso, repetindo os erros passados, escravizados aos dogmas da fé cega. Afinal o espiritismo apresenta em seus conceitos básicos, a evolução do espírito como principal objetivo. Também não podemos esquecer que a doutrina baseia-se no tripé ciência, filosofia e religião, e até hoje em nenhum desses itens, suas afirmações foram contestadas pela ciência dita oficial.
Convidamos os leitores interessados em enriquecer seus conhecimentos, principalmente àqueles que não admitem nada imposto, que não aceitam a fé cega, que combatem os "donos de religião", a estudarem as obras básicas e posteriormente, os dezesseis livros de Andre Luiz, e com certeza, concluirão que ciência e fé podem verdadeiramente caminhar juntas, pois uma completa a outra.
Pensem nisso.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec - Pelotas / RS
ESTE ESPAÇO VISA DIVULGAR COMENTÁRIOS E REFLEXÕES SOBRE AS QUESTÕES TRANSCENDENTAIS DA VIDA À LUZ DO CONHECIMENTO ESPÍRITA. TENTANDO MINIMIZAR O MATERIALISMO DEVORADOR QUE ASSOLA A SOCIEDADE ATUAL.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
A MEDIUNIDADE ANTECIPA-SE À CIÊNCIA.
A expressão mediunidade significa a capacidade de ver, ouvir ou de alguma forma, perceber a presença do mundo espiritual à nossa volta. A doutrina espírita não tem a posse exclusiva desta lei natural, pois como já dissemos em outras oportunidades, a codificação espírita remonta à apenas cento e cinquenta anos e o intercâmbio entre o mundo físico e o espiritual existe desde a origem da vida humana na terra.
Estórias de fantasmas e casas mal-assombradas acalentaram gerações, causando medo e terror apenas porque desconheciam-se as causas, analisando-se somente os efeitos. Segundo Isaac Singer, prêmio nobel de literatura, o "sobrenatural" é o natural que ainda não foi compreendido e em razão disso, Alan Kardec afirmava que na medida em que a ciência evolui, o fantástico e o sobrenatural desaparecerão.
Segundo o livro "DEVASSANDO O INVISÍVEL" da médiun Ivone Amaral Pereira, no ano de 1915, em São João del Rey, Minas Gerais, comunicou-se o espírito Silvestre Lobato, para anunciar que em breve duas descobertas seriam apresentadas à humanidade; o rádio e a televisão, sendo que esta última possibilitaria, inclusive, a captação de imagens no mundo invisível. A primeira estação de rádio, em caráter experimental, somente iria ao ar um ano depois, em Nova York, enquanto a televisão surgiria muitos anos após.
Quanto a utilização da televisão para intercâmbio com o invisível, resta lembrar que o Dr. Hernani Guimarães Andrade vem destacando o avanço da transcomunicação instrumental (TCI), através da Folha Espírita de São Paulo, especialmente na europa, onde pesquisadores e cientistas já captaram imagens no vídeo de desencarnados. Ressaltamos que estes cientistas não são nada "místicos", como alguns afirmam pejorativamente, ao contrário, são pessoas absolutamente pragmáticas e a maioria delas nem conhece o espiritismo.
Outra prova de que a mediunidade quando canalizada para o bem caminha à frente das revelações científicas é o livro do espírito Emanuel, psicografado por Chico Xavier à mais de sessenta anos, mais precisamente em 1938 cujo título é " À CAMINHO DA LUZ - HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO À LUZ DO ESPIRITISMO". Trata o referido livro dos espíritos do sistema Capela, que foram exilados em nosso planeta, localizando-se no vale do rio Nilo. Salienta o autor: "- Dentre os espíritos degredados na terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do bem e no culto da verdade. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram mais viva a lembrança da pátria distante". E conclui Emanuel: "- Foi por esse motivo que representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre no plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral".
Embora a ciência, através de Champolion em 1821 tenha decifrado a escrita hieroglífica, ninguém até hoje explicou racionalmente a perfeição da construção das pirâmides.
A revista ISTO É, anos atrás noticiou que o escritor JOHN ANTHONY WEST E O GEÓLOGO ROBERT SCHOCH concluíram que " a esfinge teria sido construída entre 5.000 a 7.000 ac., POR UMA CIVILIZAÇÃO MUITO MAIS AVANÇADA E DESCONHECIDA, CUJOS RASTROS SE PERDERAM.
Será que a antiga civilização egípcia "evaporou-se" no tempo, ou a mediunidade mais uma vez antecipou-se à ciência oficial e materialista dando uma explicação lógica da razão do país dos faraós estar tão adiante de sua época?
Existem muitos livros espíritas que falam sobre as inúmeras "MORADAS DA CASA DO PAI", que afirmava JESUS. Alguém acha que DEUS criou bilhões de galáxias, via lácteas, sistemas solares e planetas apenas para "enfeitar" o céu? Ou como o espiritismo prega, nada é inútil na natureza e a transmigração de espíritos de um planeta para outro de acordo com o grau evolutivo é um fato?
Queremos instigar o leitor a pensar e buscar suas respostas.
Como dizia Jesus: " BUSCAI E ACHAREIS, BATEI E SE VOS ABRIRÁ".
Livros consultados: Devassando o invisível de Ivone Pereira.
Á CAMINHO DA LUZ de Chico Xavier.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
Estórias de fantasmas e casas mal-assombradas acalentaram gerações, causando medo e terror apenas porque desconheciam-se as causas, analisando-se somente os efeitos. Segundo Isaac Singer, prêmio nobel de literatura, o "sobrenatural" é o natural que ainda não foi compreendido e em razão disso, Alan Kardec afirmava que na medida em que a ciência evolui, o fantástico e o sobrenatural desaparecerão.
Segundo o livro "DEVASSANDO O INVISÍVEL" da médiun Ivone Amaral Pereira, no ano de 1915, em São João del Rey, Minas Gerais, comunicou-se o espírito Silvestre Lobato, para anunciar que em breve duas descobertas seriam apresentadas à humanidade; o rádio e a televisão, sendo que esta última possibilitaria, inclusive, a captação de imagens no mundo invisível. A primeira estação de rádio, em caráter experimental, somente iria ao ar um ano depois, em Nova York, enquanto a televisão surgiria muitos anos após.
Quanto a utilização da televisão para intercâmbio com o invisível, resta lembrar que o Dr. Hernani Guimarães Andrade vem destacando o avanço da transcomunicação instrumental (TCI), através da Folha Espírita de São Paulo, especialmente na europa, onde pesquisadores e cientistas já captaram imagens no vídeo de desencarnados. Ressaltamos que estes cientistas não são nada "místicos", como alguns afirmam pejorativamente, ao contrário, são pessoas absolutamente pragmáticas e a maioria delas nem conhece o espiritismo.
Outra prova de que a mediunidade quando canalizada para o bem caminha à frente das revelações científicas é o livro do espírito Emanuel, psicografado por Chico Xavier à mais de sessenta anos, mais precisamente em 1938 cujo título é " À CAMINHO DA LUZ - HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO À LUZ DO ESPIRITISMO". Trata o referido livro dos espíritos do sistema Capela, que foram exilados em nosso planeta, localizando-se no vale do rio Nilo. Salienta o autor: "- Dentre os espíritos degredados na terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do bem e no culto da verdade. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram mais viva a lembrança da pátria distante". E conclui Emanuel: "- Foi por esse motivo que representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre no plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral".
Embora a ciência, através de Champolion em 1821 tenha decifrado a escrita hieroglífica, ninguém até hoje explicou racionalmente a perfeição da construção das pirâmides.
A revista ISTO É, anos atrás noticiou que o escritor JOHN ANTHONY WEST E O GEÓLOGO ROBERT SCHOCH concluíram que " a esfinge teria sido construída entre 5.000 a 7.000 ac., POR UMA CIVILIZAÇÃO MUITO MAIS AVANÇADA E DESCONHECIDA, CUJOS RASTROS SE PERDERAM.
Será que a antiga civilização egípcia "evaporou-se" no tempo, ou a mediunidade mais uma vez antecipou-se à ciência oficial e materialista dando uma explicação lógica da razão do país dos faraós estar tão adiante de sua época?
Existem muitos livros espíritas que falam sobre as inúmeras "MORADAS DA CASA DO PAI", que afirmava JESUS. Alguém acha que DEUS criou bilhões de galáxias, via lácteas, sistemas solares e planetas apenas para "enfeitar" o céu? Ou como o espiritismo prega, nada é inútil na natureza e a transmigração de espíritos de um planeta para outro de acordo com o grau evolutivo é um fato?
Queremos instigar o leitor a pensar e buscar suas respostas.
Como dizia Jesus: " BUSCAI E ACHAREIS, BATEI E SE VOS ABRIRÁ".
Livros consultados: Devassando o invisível de Ivone Pereira.
Á CAMINHO DA LUZ de Chico Xavier.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
DEUS CRIOU O MUNDO EM SEIS DIAS? VOCÊ ACREDITA?
Lendo o livro " A GÊNESE", quinto livro da codificação kardequiana, entendemos perfeitamente que a criação do mundo em seis dias, como afirmava Moisés, não passava de uma alegoria. Essa crença foi bem partilhada por todos os povos civilizados até o momento em que a Geologia chegou, documentos na mão, demonstrando-lhe a impossibilidade.
Quando Moisés disse que a criação foi feita em seis dias, quis falar do dia de 24 horas, ou bem compreendeu essa palavra no sentido de período, duração? A primeira hipótese é a mais provável, principalmente porque é o sentido próprio da palavra hebraica IÔM, traduzida por dia; depois a especificação da tarde e da manhã, que limitam cada um dos seis dias, dá toda a idéia de se supor que ele quis falar de dias comuns. Não se pode conceber nenhuma dúvida à esse respeito, quando ele disse, no versículo 5:_"Ele deu a luz o nome de dia, e às trevas o nome de noite; e da tarde e da manhã, se fez o primeiro dia". Isto não pode evidentemente, se aplicar senão ao dia de 24 horas. O sentido é ainda mais preciso quando disse no versículo 17, falando da lua e das estrelas: -" Ele as colocou no firmamento do céu para brilharem sobre a terra; para presidir ao dia e à noite, e para separar a luz das trevas. E da tarde e da manhã se fez o quarto dia".
Aliás, tudo, na criação segundo a versão bíblica, era miraculoso, e desde que se entrou na via dos milagres, pode-se perfeitamente crer que a terra foi feita em seis vezes vinte e quatro horas, sobretudo se ignoram as primeiras leis naturais.
Mas como dissemos em outras oportunidades, a ciência evoluiu e transformou essa versão em "estória da carrochinha". Segundo a geologia moderna, os "seis dias" referidos por Moisés para a criação do mundo, na verdade significavam seis períodos geológicos que a terra passou até chegar ao estágio que possibilitou a vida como a conhecemos hoje.
Por absoluta falta de espaço, é-nos impossível explicar um a um estes períodos. Em razão disso vamos apenas nomeá-los individualmente; 1) PERÍODO ASTRONÔMICO. 2) PERÍODO PRIMÁRIO, 3) PERÍODO DE TRANSIÇÃO, 4) PERÍODO SECUNDÁRIO, 5) PERÍODO TERCIÁRIO, 6) PERÍODO QUATERNÁRIO OU PÓS-DILUVIANO. Quem quiser estudá-los acompanhando a evolução do planeta terra degrau a degrau, consulte o livro "A GÊNESE- OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO, no seu capítulo 12.
No capítulo acima mencionado, aprendemos que o homem como o conhecemos hoje, surgiu na terra no último período geológico (quaternário), ou seja, quando então o ar mais depurado convinha a órgãos mais delicados, e os animais eram menos ferozes. Enfim, tudo estava preparado para o Sêr que com sua inteligência concorreria para o progresso geral.
Segundo a versão bíblica da gênese, o homem teria apenas seis mil anos como habitante deste planeta. E nós sabemos que, conforme cientistas,, pesquisadores e técnicos no assunto, algumas pirâmides do Egito apresentam idade acima de sete mil anos. Como então explicar esse desencontro cronológico? Com quem preferimos ficar? Com a opinião de homens ainda com entendimento primitivo, ou com especialistas que estudaram anos à fio?
Precisamos aprender que cultura e estudo não são pecado nem heresia, pois caso contrário, seremos cegos conduzindo cegos, como dizia Jesus. Sabemos que a Doutrina Espírita domina todas as áreas do conhecimento, e neste início de milênio em que a humanidade pouco a pouco percebe que o materialismo exagerado apenas tem acarretado dor e sofrimento, nada melhor que buscar saber qual é o verdadeiro sentido da vida.
Os espíritas não estão preocupados com proselitismo religioso, ou seja, com atrair adeptos para o espiritismo. Apenas queremos mostrar através da análise séria que Deus é muito maior do que pensam alguns "religiosos". Esses "representantes" de Deus aqui na terra O subestimam, dando-lhe às vezes a dimensão humana, chamando-O de "fiel". Deus não é fiel nem infiel, ele simplesmente é DEUS, A CAUSA PRIMÁRIA DE TODAS AS COISAS, INFINITAMENTE JUSTO E BOM!
Se muitos que se dizem religiosos não respeitam o próximo, que pelo menos respeitem à DEUS.
Até a próxima.
Francisco Corrêa. vice presidente do G. E. ALAN KARDEC/ Pelotas.
Quando Moisés disse que a criação foi feita em seis dias, quis falar do dia de 24 horas, ou bem compreendeu essa palavra no sentido de período, duração? A primeira hipótese é a mais provável, principalmente porque é o sentido próprio da palavra hebraica IÔM, traduzida por dia; depois a especificação da tarde e da manhã, que limitam cada um dos seis dias, dá toda a idéia de se supor que ele quis falar de dias comuns. Não se pode conceber nenhuma dúvida à esse respeito, quando ele disse, no versículo 5:_"Ele deu a luz o nome de dia, e às trevas o nome de noite; e da tarde e da manhã, se fez o primeiro dia". Isto não pode evidentemente, se aplicar senão ao dia de 24 horas. O sentido é ainda mais preciso quando disse no versículo 17, falando da lua e das estrelas: -" Ele as colocou no firmamento do céu para brilharem sobre a terra; para presidir ao dia e à noite, e para separar a luz das trevas. E da tarde e da manhã se fez o quarto dia".
Aliás, tudo, na criação segundo a versão bíblica, era miraculoso, e desde que se entrou na via dos milagres, pode-se perfeitamente crer que a terra foi feita em seis vezes vinte e quatro horas, sobretudo se ignoram as primeiras leis naturais.
Mas como dissemos em outras oportunidades, a ciência evoluiu e transformou essa versão em "estória da carrochinha". Segundo a geologia moderna, os "seis dias" referidos por Moisés para a criação do mundo, na verdade significavam seis períodos geológicos que a terra passou até chegar ao estágio que possibilitou a vida como a conhecemos hoje.
Por absoluta falta de espaço, é-nos impossível explicar um a um estes períodos. Em razão disso vamos apenas nomeá-los individualmente; 1) PERÍODO ASTRONÔMICO. 2) PERÍODO PRIMÁRIO, 3) PERÍODO DE TRANSIÇÃO, 4) PERÍODO SECUNDÁRIO, 5) PERÍODO TERCIÁRIO, 6) PERÍODO QUATERNÁRIO OU PÓS-DILUVIANO. Quem quiser estudá-los acompanhando a evolução do planeta terra degrau a degrau, consulte o livro "A GÊNESE- OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO, no seu capítulo 12.
No capítulo acima mencionado, aprendemos que o homem como o conhecemos hoje, surgiu na terra no último período geológico (quaternário), ou seja, quando então o ar mais depurado convinha a órgãos mais delicados, e os animais eram menos ferozes. Enfim, tudo estava preparado para o Sêr que com sua inteligência concorreria para o progresso geral.
Segundo a versão bíblica da gênese, o homem teria apenas seis mil anos como habitante deste planeta. E nós sabemos que, conforme cientistas,, pesquisadores e técnicos no assunto, algumas pirâmides do Egito apresentam idade acima de sete mil anos. Como então explicar esse desencontro cronológico? Com quem preferimos ficar? Com a opinião de homens ainda com entendimento primitivo, ou com especialistas que estudaram anos à fio?
Precisamos aprender que cultura e estudo não são pecado nem heresia, pois caso contrário, seremos cegos conduzindo cegos, como dizia Jesus. Sabemos que a Doutrina Espírita domina todas as áreas do conhecimento, e neste início de milênio em que a humanidade pouco a pouco percebe que o materialismo exagerado apenas tem acarretado dor e sofrimento, nada melhor que buscar saber qual é o verdadeiro sentido da vida.
Os espíritas não estão preocupados com proselitismo religioso, ou seja, com atrair adeptos para o espiritismo. Apenas queremos mostrar através da análise séria que Deus é muito maior do que pensam alguns "religiosos". Esses "representantes" de Deus aqui na terra O subestimam, dando-lhe às vezes a dimensão humana, chamando-O de "fiel". Deus não é fiel nem infiel, ele simplesmente é DEUS, A CAUSA PRIMÁRIA DE TODAS AS COISAS, INFINITAMENTE JUSTO E BOM!
Se muitos que se dizem religiosos não respeitam o próximo, que pelo menos respeitem à DEUS.
Até a próxima.
Francisco Corrêa. vice presidente do G. E. ALAN KARDEC/ Pelotas.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
DOENÇA. CAUSA OU EFEITO?
Os assuntos enfocados em nossos comentários buscam sempre analisar fatos do dia a dia, ou questões transcedentais da vida, dentro da ótica espírita. A razão disso é que entendemos ser a doutrina dos espíritos a que mais aprofunda-se na análise das causas dos problemas humanos, não ficando apenas na superficialidade dos seus efeitos.
Vamos abordar hoje a questão das doenças que assolam a humanidade e desafiam a medicina.
A literatura espírita, em vários livros tem afirmado que a ciência médica de uma forma geral é muito materialista, supervalorizando o corpo físico e negligenciando o lado espiritual da criatura humana. O homen deve ser visto de forma integral dentro do binômio espírito-matéria. Nesse sentido, passamos então a perceber que a doença física é EFEITO E NÃO CAUSA do desequilíbrio orgânico. A grande maioria das pessoas dirige-se à casa espírita em busca de cura, ou de receber alguma graça sem o menor esforço. Raramente comparecem com o propósito sincero de renovar valores íntimos, ou de aprimorar conhecimentos; ao contrário, procuram sequiosos, realizar seus caprichos e desejos imaturos. A doutrina nos ensina que a saúde mental ou física do ser humano depende basicamente, do nível de vibrações emitidas pelo seu pensamento. Portanto, à exceção daquelas doenças resultantes da Lei de Causa e Efeito, ou seja, càrmicas, que tem como causa desequilíbrios de vidas passadas, todas as outras poderiam ser evitadas.
O pensamento funciona dentro da lei de atração, isto é, "os iguais se atraem, os diferentes se repelem". Por isso, ao emitirmos pensamentos enfermiços de ódio, vaidade, orgulho, inveja, ciúme, estamos atraindo para nosso convívio espíritos desencarnados que vibram nesta mesma faixa mental. Passamos então a impregnar-nos de fluídos deletérios, doentios. Basta o sistema imunológico do nosso organismo dar uma brecha e a doença está instalada. Corremos então, de médico em médico, de consultório em consultório, e a cura tão esperada, não vêm. Porque será? A razão, segundo o espiritismo, é que estamos, como já falamos anteriormente, agindo apenas no efeito e não na causa profunda.
Jesus foi o maior de todos os terapeutas que passaram por este planeta. Efetuou curas das mais variadas doenças, mas sempre dizia no final " Meu irmão, estás curado, segue teu caminho, mas não voltes a pecar", ou seja, não voltes a incidir nos erros passados, pois nesse caso, a doença retornará. O mestre sempre foi "médico das almas", curou muitos enfermos, porém tinha a intenção de não apenas curar corpos, mas acima de tudo, queria que os doentes dessem manutenção à cura recebida, transformando atitudes e ampliando a própria luz.
Sabemos que muitas pessoas não gostam de ouvir isso, pois são adeptas da filosofia do menor esforço, MAS NÃO EXISTE CURA REAL, SEM RENOVAÇÃO MORAL.
Vamos transcrever um trecho do livro "CONVIVER E MELHORAR", do espírito Batuíra, através da mediunidade de Francisco do Espírito Santo Neto, que resume bem isto que estamos afirmando: " Criaturas buscam com frequencia médiuns e conselheiros para se esquivar da responsabilidade de agir por sí mesmas, quando deviam trabalhar no sentido de suprimir os padrões negativos que cultivam na intimidade durante anos a fio. Muitos enfermos choram aflitos, percorrendo inúmeros grupos de oração, em busca de uma solução milagrosa, mas não cogitam em momento algum, de qualquer modificação em suas concepções acêrca dos fundamentais valores da vida. Solicitam reequilíbrio das energias vitais, entretanto, se mantém à disposição das próprias insanias".
Para resumir tudo isso, vamos dizer que se realmente desejamos uma vida mais saudável e equilibrada, devemos antes de mais nada higienizar a nossa mente, buscando atingir os níveis mais altos do espírito. Esta é a maior contribuição que o conhecimento espírita pode dar à medicina. O profissional da área da saúde que acreditar nisso, com certeza, estará sempre um passo à frente dos demais. A prova disso é o aumento considerável, no Brasil, das associações médico-espíritas.
Sabemos que não existem milagres e Deus não privilegia a preguiça nem a negligência. Cada um recebe na medida do seu merecimento , portanto mãos à obra.
Somos os artífices de nossa própria desgraça ou doença, felicidade ou saúde.
Pensem nisso.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
Vamos abordar hoje a questão das doenças que assolam a humanidade e desafiam a medicina.
A literatura espírita, em vários livros tem afirmado que a ciência médica de uma forma geral é muito materialista, supervalorizando o corpo físico e negligenciando o lado espiritual da criatura humana. O homen deve ser visto de forma integral dentro do binômio espírito-matéria. Nesse sentido, passamos então a perceber que a doença física é EFEITO E NÃO CAUSA do desequilíbrio orgânico. A grande maioria das pessoas dirige-se à casa espírita em busca de cura, ou de receber alguma graça sem o menor esforço. Raramente comparecem com o propósito sincero de renovar valores íntimos, ou de aprimorar conhecimentos; ao contrário, procuram sequiosos, realizar seus caprichos e desejos imaturos. A doutrina nos ensina que a saúde mental ou física do ser humano depende basicamente, do nível de vibrações emitidas pelo seu pensamento. Portanto, à exceção daquelas doenças resultantes da Lei de Causa e Efeito, ou seja, càrmicas, que tem como causa desequilíbrios de vidas passadas, todas as outras poderiam ser evitadas.
O pensamento funciona dentro da lei de atração, isto é, "os iguais se atraem, os diferentes se repelem". Por isso, ao emitirmos pensamentos enfermiços de ódio, vaidade, orgulho, inveja, ciúme, estamos atraindo para nosso convívio espíritos desencarnados que vibram nesta mesma faixa mental. Passamos então a impregnar-nos de fluídos deletérios, doentios. Basta o sistema imunológico do nosso organismo dar uma brecha e a doença está instalada. Corremos então, de médico em médico, de consultório em consultório, e a cura tão esperada, não vêm. Porque será? A razão, segundo o espiritismo, é que estamos, como já falamos anteriormente, agindo apenas no efeito e não na causa profunda.
Jesus foi o maior de todos os terapeutas que passaram por este planeta. Efetuou curas das mais variadas doenças, mas sempre dizia no final " Meu irmão, estás curado, segue teu caminho, mas não voltes a pecar", ou seja, não voltes a incidir nos erros passados, pois nesse caso, a doença retornará. O mestre sempre foi "médico das almas", curou muitos enfermos, porém tinha a intenção de não apenas curar corpos, mas acima de tudo, queria que os doentes dessem manutenção à cura recebida, transformando atitudes e ampliando a própria luz.
Sabemos que muitas pessoas não gostam de ouvir isso, pois são adeptas da filosofia do menor esforço, MAS NÃO EXISTE CURA REAL, SEM RENOVAÇÃO MORAL.
Vamos transcrever um trecho do livro "CONVIVER E MELHORAR", do espírito Batuíra, através da mediunidade de Francisco do Espírito Santo Neto, que resume bem isto que estamos afirmando: " Criaturas buscam com frequencia médiuns e conselheiros para se esquivar da responsabilidade de agir por sí mesmas, quando deviam trabalhar no sentido de suprimir os padrões negativos que cultivam na intimidade durante anos a fio. Muitos enfermos choram aflitos, percorrendo inúmeros grupos de oração, em busca de uma solução milagrosa, mas não cogitam em momento algum, de qualquer modificação em suas concepções acêrca dos fundamentais valores da vida. Solicitam reequilíbrio das energias vitais, entretanto, se mantém à disposição das próprias insanias".
Para resumir tudo isso, vamos dizer que se realmente desejamos uma vida mais saudável e equilibrada, devemos antes de mais nada higienizar a nossa mente, buscando atingir os níveis mais altos do espírito. Esta é a maior contribuição que o conhecimento espírita pode dar à medicina. O profissional da área da saúde que acreditar nisso, com certeza, estará sempre um passo à frente dos demais. A prova disso é o aumento considerável, no Brasil, das associações médico-espíritas.
Sabemos que não existem milagres e Deus não privilegia a preguiça nem a negligência. Cada um recebe na medida do seu merecimento , portanto mãos à obra.
Somos os artífices de nossa própria desgraça ou doença, felicidade ou saúde.
Pensem nisso.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
sábado, 6 de novembro de 2010
ABORTO E SUICÍDIO. REBELDIA OU IGNORÂNCIA?
O aborto e o suicídio são duas chagas morais que flagelam a sociedade atual, e consequência natural da ignorância e do materialismo que invadiram nossos lares.
Como o homen de uma forma geral, desconhece a vida espiritual, leva em conta apenas o corpo físico. Pela ótica materialista, se hoje eu sofro e não vejo fim para as minhas dôres, nada mais lógico que pensar em suicídio. Sobre isso, a escritora espírita Ivone do Amaral Pereira tem uma frase antológica: "PRATICAR O SUICÍDIO É TENTAR FUGIR DO SOFRIMENTO PARA ENCONTRAR A TORTURA"! Os espíritas sabem que ela tem razão, pois pobre daquele que cometer ato tão infeliz! Recomendamos o livro "Memórias de um suicida" da mesma autora, para esclarecimento dos leitores.
Hoje queremos também nos aprofundar na questão do aborto, um dos crimes mais hediondos cometidos pela raça humana em todos os tempos. Trata-se de um homicídio em que a vítima não tem a mínina chance de defesa,e em razão disso, a própria lei humana deveria ser mais rigorosa. E seria, se não ignorasse tanto o lado espiritual. Anos atrás o jornal Folha de São Paulo publicou várias opiniões de personalidades sobre o projeto de liberalização do aborto, que naquela oportunidade, se encontrava em estudos no Congresso Nacional. Muitos, à época, infelizmente foram a favor da legalização. Quanta falta faz o conhecimento das verdades reveladas pelo espiritismo, não só àqueles que dizem ser a mulher "dona do seu corpo", como a esses profissionais materialistas da medicina que renegam o compromisso de suas formaturas, onde juraram defender o sagrado direito à vida! Ignoram que aquele ser humano em formação, que chamam de feto, é um espírito dotado de uma alma centenária, com personalidade própria e todos os atributos de um ser consciente desde a fecundação; que, a maior parte das vezes, aguardou anos seguidos por uma nova oportunidade de reencarnar, a fim de cumprir mais uma etapa no longo caminho da sua evolução espiritual.
Se o ente abortado é um espírito que já possui luz, tolerância, compreensão, lamentará a oportunidade perdida, porém perdoará o crime, relevando seus algozes. Mas, se ignorante das leis divinas, cuja reencarnação, através do carinho e dedicação de uma mãe terrena, lhe traria a chance de sanar débitos anteriores e reconciliar-se com antigos desafetos, poderá revoltar-se, tornando-se um perseguidor dos seus assassinos e, com o intuito de vingança, transformar-se num obsessor, perseguindo-os por anos seguidos. A literatura espírita está repleta de casos assim.
Para dimensionar a importancia de defender a vida sempre e condenar atitudes mesquinhas e egoístas, tais como, suicídio, abôrto e eutanásia vamos narrar uma história real muito conhecida no meio espírita: "Uma senhora de idade considerada quase impossível pela medicina, conseguiu pela primeira vez engravidar. Ao consultar-se com o médico tradicional e amigo da família, foi insistentemente aconselhada a abortar, por sua gravidez ser considerada de risco, em virtude da sua idade. Não se conformando com o conselho, pois desde o seu casamento, o maior desejo sempre foi ser mãe, resolveu juntamente com o marido, assumir o risco de receber a criança que a bondade divina lhe enviara. Em razão de ter mudado de cidade, passaram-se vinte anos sem que médico e paciente se reencontrassem. Um dia por ocasião de férias, o médico em questão estando sentado num banco de praça, teve oportunidade de observar uma senhora de idade, em uma cadeira de rodas, sendo atendida por uma jovem que a acompanhava. O que chamou a atenção do mesmo foi o carinho, a dedicação, a solicitude e o amor que a jovem dispensava à senhora, cuja fisionomia não lhe era estranha. Aproximou-se e, ao iniciar a conversa, foi reconhecido pela sua ex-cliente que contou ser viúva, e há vários anos entravada naquela cadeira de rodas. O médico então comentou que ela tivera sorte em encontrar uma enfermeira tão solícita e meiga, pois vira a dedicação e o carinho como a tratava. A senhora então, lhe disse: " Doutor, esta moça não é minha enfermeira; este anjo de bondade que Deus me mandou é minha filha; é aquela criança que o senhor queria abortar".
Reflitamos, caros leitores, que o único aborto legal é o terapeutico, ou seja, quando a mãe corre risco real de vida. Fora disso, é homicídio duplamente qualificado! Para quem o pratica, para quem o aconselha, e para quem de alguma forma contribui para que seja cometido.
Jesus, na sua infinita sabedoria nos ensinava: "Conhecereis a verdade, e ela vos libertará". Deduzimos destas palavras que a pior desgraça que pode abater-se sobre o ser humano é a ignorância. Principalmente a ignorância das LEIS DIVINAS.
Esta é a causa de todos os males que nos afligem.
Pensem nisso.
Francisco Corrêa. vice presidente do G. E. Alan Kardec. Pelotas.
Como o homen de uma forma geral, desconhece a vida espiritual, leva em conta apenas o corpo físico. Pela ótica materialista, se hoje eu sofro e não vejo fim para as minhas dôres, nada mais lógico que pensar em suicídio. Sobre isso, a escritora espírita Ivone do Amaral Pereira tem uma frase antológica: "PRATICAR O SUICÍDIO É TENTAR FUGIR DO SOFRIMENTO PARA ENCONTRAR A TORTURA"! Os espíritas sabem que ela tem razão, pois pobre daquele que cometer ato tão infeliz! Recomendamos o livro "Memórias de um suicida" da mesma autora, para esclarecimento dos leitores.
Hoje queremos também nos aprofundar na questão do aborto, um dos crimes mais hediondos cometidos pela raça humana em todos os tempos. Trata-se de um homicídio em que a vítima não tem a mínina chance de defesa,e em razão disso, a própria lei humana deveria ser mais rigorosa. E seria, se não ignorasse tanto o lado espiritual. Anos atrás o jornal Folha de São Paulo publicou várias opiniões de personalidades sobre o projeto de liberalização do aborto, que naquela oportunidade, se encontrava em estudos no Congresso Nacional. Muitos, à época, infelizmente foram a favor da legalização. Quanta falta faz o conhecimento das verdades reveladas pelo espiritismo, não só àqueles que dizem ser a mulher "dona do seu corpo", como a esses profissionais materialistas da medicina que renegam o compromisso de suas formaturas, onde juraram defender o sagrado direito à vida! Ignoram que aquele ser humano em formação, que chamam de feto, é um espírito dotado de uma alma centenária, com personalidade própria e todos os atributos de um ser consciente desde a fecundação; que, a maior parte das vezes, aguardou anos seguidos por uma nova oportunidade de reencarnar, a fim de cumprir mais uma etapa no longo caminho da sua evolução espiritual.
Se o ente abortado é um espírito que já possui luz, tolerância, compreensão, lamentará a oportunidade perdida, porém perdoará o crime, relevando seus algozes. Mas, se ignorante das leis divinas, cuja reencarnação, através do carinho e dedicação de uma mãe terrena, lhe traria a chance de sanar débitos anteriores e reconciliar-se com antigos desafetos, poderá revoltar-se, tornando-se um perseguidor dos seus assassinos e, com o intuito de vingança, transformar-se num obsessor, perseguindo-os por anos seguidos. A literatura espírita está repleta de casos assim.
Para dimensionar a importancia de defender a vida sempre e condenar atitudes mesquinhas e egoístas, tais como, suicídio, abôrto e eutanásia vamos narrar uma história real muito conhecida no meio espírita: "Uma senhora de idade considerada quase impossível pela medicina, conseguiu pela primeira vez engravidar. Ao consultar-se com o médico tradicional e amigo da família, foi insistentemente aconselhada a abortar, por sua gravidez ser considerada de risco, em virtude da sua idade. Não se conformando com o conselho, pois desde o seu casamento, o maior desejo sempre foi ser mãe, resolveu juntamente com o marido, assumir o risco de receber a criança que a bondade divina lhe enviara. Em razão de ter mudado de cidade, passaram-se vinte anos sem que médico e paciente se reencontrassem. Um dia por ocasião de férias, o médico em questão estando sentado num banco de praça, teve oportunidade de observar uma senhora de idade, em uma cadeira de rodas, sendo atendida por uma jovem que a acompanhava. O que chamou a atenção do mesmo foi o carinho, a dedicação, a solicitude e o amor que a jovem dispensava à senhora, cuja fisionomia não lhe era estranha. Aproximou-se e, ao iniciar a conversa, foi reconhecido pela sua ex-cliente que contou ser viúva, e há vários anos entravada naquela cadeira de rodas. O médico então comentou que ela tivera sorte em encontrar uma enfermeira tão solícita e meiga, pois vira a dedicação e o carinho como a tratava. A senhora então, lhe disse: " Doutor, esta moça não é minha enfermeira; este anjo de bondade que Deus me mandou é minha filha; é aquela criança que o senhor queria abortar".
Reflitamos, caros leitores, que o único aborto legal é o terapeutico, ou seja, quando a mãe corre risco real de vida. Fora disso, é homicídio duplamente qualificado! Para quem o pratica, para quem o aconselha, e para quem de alguma forma contribui para que seja cometido.
Jesus, na sua infinita sabedoria nos ensinava: "Conhecereis a verdade, e ela vos libertará". Deduzimos destas palavras que a pior desgraça que pode abater-se sobre o ser humano é a ignorância. Principalmente a ignorância das LEIS DIVINAS.
Esta é a causa de todos os males que nos afligem.
Pensem nisso.
Francisco Corrêa. vice presidente do G. E. Alan Kardec. Pelotas.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
ALCOOLISMO: VÍCIO OU DOENÇA?
Dificilmente se encontra uma família que não enfrenta o problema do alcoolismo. Esposas, maridos, filhos e irmãos, todos se vêem às voltas de múltiplos e variados problemas criados pela dependência do álcool, o qual acaba levando até a efeitos criminais.
Na minha atividade profissional como policial, passo a constatar que noventa por cento das ocorrências registradas nas delegacias nos finais de semana, tem como mola propulsora o abuso de bebidas alcoólicas, sobretudo no seio familiar.
O espiritismo pode fazer alguma coisa para ajudar a resolver esta situação? Pode oferecer algum tipo de terapia ao doente? O médiun Divaldo Franco esclareceu sobre o assunto:
1) O QUE PODE FAZER O CENTRO ESPÍRITA? Demonstrar que, por detrás de todas as doenças, estão indivíduos doentes; aplicar os recursos da psicoterapia libertadora do espiritismo; explicar a realidade da vida: o homen não é o corpo que se utiliza; o sêr é preexistente ao berço e sobrevivente ao túmulo. Aplicar-lhe as nossas terapias, tais como a bioernergia, a fluidoterapia, ou como queiram, o passe, a solidariedade fraternal e, quando conhecedores da doutrina, a participação nas reuniões de desobsessão. Já existem organizações especializadas em outros núcleos como os alcoólicos anônimos, os toxicômanos e entidades de apoio às famílias de toxicômanos.
Importante esclarecer que a casa espírita por si só não cura ninguém, ou seja, faz-se necessário a colaboração do doente. Os vícios são na verdade, doenças e como tal devem ser tratadas.
2) COMO PROCEDER DIANTE DE UM DEPENDENTE DE ÁLCOOL? Ajude. Deus deu-lhe a oportunidade de socorrer essa alma doente, então persista. A medida que tenha saúde e energia, vá contribuindo para a recuperação dele. Não importa se não registre melhora, dê a sua parte. Nunca se sabe quando o assistido vai mudar. Muitas vezes deixamos de ajudar, justo na hora em que a pessoa iria transformar-se, e ficamos angustiados por não termos dado o último apoio. Continue ao lado dele(a). Falamos muito de drogas, mas a bebida alcoólica é um dos grandes adversários da criatura humana. Os espíritos recomendam tratamento com a medicina, especialmente a homeopatia. Se o doente colaborar, recupera-se.
3) O ÁLCOOL PODE CAUSAR PREJUÍZOS AO ESPÍRITO? Genericamente, o álcool, o fumo, os alucinógenos, os anticonceptivos, os barbitúricos, tem atuação danosa nas engrenagens sutis da alma, portanto, no perispírito, criando dependências e perturbações, lesões que, às vezes, se vão exteriorizar em reencarnações posteriores de muita dor. Quem estiver interessado em saber mais sobre o tema, procure uma casa espírita, aconselhando-se a respeito, pois a literatura sobre o assunto é muito vasta.
O espiritismo tem muito a esclarecer sobre o drama do alcoolismo, que tantos lares já tem desfeito, em razão dos transtornos que cria. Informando-se sobre o problema, a pessoa tem melhores condições de enfrentá-lo.
Até a próxima oportunidade.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec / Pelotas.
Na minha atividade profissional como policial, passo a constatar que noventa por cento das ocorrências registradas nas delegacias nos finais de semana, tem como mola propulsora o abuso de bebidas alcoólicas, sobretudo no seio familiar.
O espiritismo pode fazer alguma coisa para ajudar a resolver esta situação? Pode oferecer algum tipo de terapia ao doente? O médiun Divaldo Franco esclareceu sobre o assunto:
1) O QUE PODE FAZER O CENTRO ESPÍRITA? Demonstrar que, por detrás de todas as doenças, estão indivíduos doentes; aplicar os recursos da psicoterapia libertadora do espiritismo; explicar a realidade da vida: o homen não é o corpo que se utiliza; o sêr é preexistente ao berço e sobrevivente ao túmulo. Aplicar-lhe as nossas terapias, tais como a bioernergia, a fluidoterapia, ou como queiram, o passe, a solidariedade fraternal e, quando conhecedores da doutrina, a participação nas reuniões de desobsessão. Já existem organizações especializadas em outros núcleos como os alcoólicos anônimos, os toxicômanos e entidades de apoio às famílias de toxicômanos.
Importante esclarecer que a casa espírita por si só não cura ninguém, ou seja, faz-se necessário a colaboração do doente. Os vícios são na verdade, doenças e como tal devem ser tratadas.
2) COMO PROCEDER DIANTE DE UM DEPENDENTE DE ÁLCOOL? Ajude. Deus deu-lhe a oportunidade de socorrer essa alma doente, então persista. A medida que tenha saúde e energia, vá contribuindo para a recuperação dele. Não importa se não registre melhora, dê a sua parte. Nunca se sabe quando o assistido vai mudar. Muitas vezes deixamos de ajudar, justo na hora em que a pessoa iria transformar-se, e ficamos angustiados por não termos dado o último apoio. Continue ao lado dele(a). Falamos muito de drogas, mas a bebida alcoólica é um dos grandes adversários da criatura humana. Os espíritos recomendam tratamento com a medicina, especialmente a homeopatia. Se o doente colaborar, recupera-se.
3) O ÁLCOOL PODE CAUSAR PREJUÍZOS AO ESPÍRITO? Genericamente, o álcool, o fumo, os alucinógenos, os anticonceptivos, os barbitúricos, tem atuação danosa nas engrenagens sutis da alma, portanto, no perispírito, criando dependências e perturbações, lesões que, às vezes, se vão exteriorizar em reencarnações posteriores de muita dor. Quem estiver interessado em saber mais sobre o tema, procure uma casa espírita, aconselhando-se a respeito, pois a literatura sobre o assunto é muito vasta.
O espiritismo tem muito a esclarecer sobre o drama do alcoolismo, que tantos lares já tem desfeito, em razão dos transtornos que cria. Informando-se sobre o problema, a pessoa tem melhores condições de enfrentá-lo.
Até a próxima oportunidade.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec / Pelotas.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
CONVERSANDO SOBRE A MORTE COM OS FILHOS.
Nesta data que costumamos reverenciar os nossos "mortos", é oportuno falarmos sobre o assunto, que verdadeiramente ainda é um tabú, principalmente quando se trata de crianças. A doutrina espírita trouxe luz à todas áreas do conhecimento humano, a despeito do que dizem seus inimigos e contraditores. O ensino dos espíritos a cada dia é mais divulgado e aceito na mídia e pela sociedade de uma forma geral. Costumamos dizer que o espiritismo "MATOU A MORTE" e justamente esse é o tema do nosso comentário. Iniciamos com as seguintes perguntas: DEVEMOS OU NÃO CONVERSAR SOBRE A MORTE COM NOSSOS FILHOS? A PARTIR DE QUE IDADE? COMO CONTAR QUE ALGUÉM MORREU? SERÁ QUE A CRIANÇA IRÁ ENTENDER?
Se pararmos para pensar, veremos que nós, adultos, temos muitas dificuldades em abordar o assunto. Muitos recusam-se, inclusive, a pensar na possibilidade de que algum dia irão morrer ou que algum dos seus afetos possam desencarnar. A morte sempre foi envolvida em mistérios, tabús, sendo vista como algo terrível, fúnebre, que não deve ser comentado. As religiões que deveriam esclarecer seus fiéis sobre o assunto, preparando-os para este momento, pouco falam a respeito. O espiritismo esclarece que a morte é a continuação da vida, que ao morrermos deixamos apenas o corpo físico, que irá se decompor (por isso o termo desencarne), mas não perdemos nossa individualidade, nossos gostos, a capacidade de sentir e pensar. E que temos tantas reencarnações quantas forem necessárias para nosso aprendizado, reparação de faltas e aquisições de virtudes e valores morais.
As afeições que temos, os laços de amor, amizade e estima não se acabam com a morte; sabemos que iremos nos reencontrar no plano espiritual, como em outras reencarnações, com os nossos entes queridos. E isto não é profundamente consolador? Sabendo de tudo isso, porque não passarmos essas informações para nossos filhos?
A criança é muito curiosa, está descobrindo o mundo, e assim como faz perguntas sobre outros temas, também fará sobre a morte. Com palavras simples, adequadas ao seu nível de compreensão, devemos explicar que ao morrermos deixamos o corpo e vamos para a dimensão espiritual.
Da mesma forma que no passado o sexo era tabú na relação entre pais e filhos, e veio a criar gerações e gerações de homens e mulheres frustrados e desinformados sobre o tema, a morte ainda é envolvida nesse denso véu.
Podemos aproveitar a morte de um avô de um coleguinha, ou do animal de estimação para comentarmos a respeito do assunto, dando a visão consoladora da doutrina espírita. Assim, estaremos preparando a criança para o desencarne de alguém mais próximo, esclarecendo como algo que faz parte da vida e que é inevitável, acontencerá com todos nós.
Não devemos esconder o desencarne (morte) de alguém próximo da criança, muito menos dizer que a pessoa viajou ( a criança poderá sentir-se abandonada), ou que dormiu (poderá vir a ter medo de dormir).
Uma dúvida de muitos é se a criança deve ou não ir ao velório. Não há porque não levá-la. Devemos escolher o momento mais tranquilo, quando haja menos pessoas, não sendo necessário ficar muito tempo; explicar que o corpo está alí, mas que o espírito continua vivo, na dimensão espiritual e que receberá com alegria as preces e os bons pensamentos de todos. Se a criança recusar-se a ir, não devemos forçá-la, mas explicar, com amor, o que aconteceu.
Procurando vencer os tabús e incertezas a respeito do desencarne, poderemos esclarecer melhor nossas crianças, cumprindo, assim, a nossa tarefa de educarmos com responsabilidade, sem subestimar a capacidade de entendimento da criança, que é um ser que retorna à vida corporal, mas que tem toda uma bagagem de consciência e entendimento corporal. Agindo dessa forma, certamente estaremos exercendo o papel de pais na construção da educação e esclarecimento de nossos filhos, e não delegando este papel à escola, como geralmente fazemos.
Costumamos ouvir diversas vezes a expressão "filhos-problemas", mas o que acontece geralmente é que "pais-problemas" passam uma série de tabús e preconceitos para seus filhos, exatamente por não saberem lidar com determinado assunto.
Como dizia um comercial de tevê de antigamente, "não basta ser pai, tem que participar".
Pensem nisso e até a próxima.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
Se pararmos para pensar, veremos que nós, adultos, temos muitas dificuldades em abordar o assunto. Muitos recusam-se, inclusive, a pensar na possibilidade de que algum dia irão morrer ou que algum dos seus afetos possam desencarnar. A morte sempre foi envolvida em mistérios, tabús, sendo vista como algo terrível, fúnebre, que não deve ser comentado. As religiões que deveriam esclarecer seus fiéis sobre o assunto, preparando-os para este momento, pouco falam a respeito. O espiritismo esclarece que a morte é a continuação da vida, que ao morrermos deixamos apenas o corpo físico, que irá se decompor (por isso o termo desencarne), mas não perdemos nossa individualidade, nossos gostos, a capacidade de sentir e pensar. E que temos tantas reencarnações quantas forem necessárias para nosso aprendizado, reparação de faltas e aquisições de virtudes e valores morais.
As afeições que temos, os laços de amor, amizade e estima não se acabam com a morte; sabemos que iremos nos reencontrar no plano espiritual, como em outras reencarnações, com os nossos entes queridos. E isto não é profundamente consolador? Sabendo de tudo isso, porque não passarmos essas informações para nossos filhos?
A criança é muito curiosa, está descobrindo o mundo, e assim como faz perguntas sobre outros temas, também fará sobre a morte. Com palavras simples, adequadas ao seu nível de compreensão, devemos explicar que ao morrermos deixamos o corpo e vamos para a dimensão espiritual.
Da mesma forma que no passado o sexo era tabú na relação entre pais e filhos, e veio a criar gerações e gerações de homens e mulheres frustrados e desinformados sobre o tema, a morte ainda é envolvida nesse denso véu.
Podemos aproveitar a morte de um avô de um coleguinha, ou do animal de estimação para comentarmos a respeito do assunto, dando a visão consoladora da doutrina espírita. Assim, estaremos preparando a criança para o desencarne de alguém mais próximo, esclarecendo como algo que faz parte da vida e que é inevitável, acontencerá com todos nós.
Não devemos esconder o desencarne (morte) de alguém próximo da criança, muito menos dizer que a pessoa viajou ( a criança poderá sentir-se abandonada), ou que dormiu (poderá vir a ter medo de dormir).
Uma dúvida de muitos é se a criança deve ou não ir ao velório. Não há porque não levá-la. Devemos escolher o momento mais tranquilo, quando haja menos pessoas, não sendo necessário ficar muito tempo; explicar que o corpo está alí, mas que o espírito continua vivo, na dimensão espiritual e que receberá com alegria as preces e os bons pensamentos de todos. Se a criança recusar-se a ir, não devemos forçá-la, mas explicar, com amor, o que aconteceu.
Procurando vencer os tabús e incertezas a respeito do desencarne, poderemos esclarecer melhor nossas crianças, cumprindo, assim, a nossa tarefa de educarmos com responsabilidade, sem subestimar a capacidade de entendimento da criança, que é um ser que retorna à vida corporal, mas que tem toda uma bagagem de consciência e entendimento corporal. Agindo dessa forma, certamente estaremos exercendo o papel de pais na construção da educação e esclarecimento de nossos filhos, e não delegando este papel à escola, como geralmente fazemos.
Costumamos ouvir diversas vezes a expressão "filhos-problemas", mas o que acontece geralmente é que "pais-problemas" passam uma série de tabús e preconceitos para seus filhos, exatamente por não saberem lidar com determinado assunto.
Como dizia um comercial de tevê de antigamente, "não basta ser pai, tem que participar".
Pensem nisso e até a próxima.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
QUERES A PAZ? CONQUISTÁ-A!
O tema escolhido para este artigo é a tão sonhada e almejada paz. Mas antes de mais nada devemos meditar, refletir, sobre que tipo de paz sonhamos e o que estamos fazendo efetivamente para conquistá-la. Nos programas de televisão, na mídia em geral somente "dá ibope" a violência, as drogas, o sexo etc... Será que com isso estamos colaborando para a paz? E o egoísmo devorador da sociedade atual, buscando a cada dia futilidades para ostentar, enquanto outros seres humanos não tem sequer o necessário para o dia a dia. Será que uma sociedade desigual no acesso às oportunidades, usando de "dois pesos e duas medidas", pode viver em paz? Quem teve acesso à informação, estudo, conhecimento, o que está fazendo em favor de seu próximo? Como é difícil responder à essas questões, não é verdade?
Jesus dizia que "os sãos não precisam de médicos, mas sim os doentes". Nesse sentido temos inumeráveis exemplos de homens abnegados que muito fizeram pela paz, e nem por isso são notícia na mídia, que somente divulga desgraças. O livro "PLANTANDO A SEMENTE" conta a história do gurú indiano SRILA PRABHUPADA e sua chegada aos Estados Unidos em meados da década de 60, mais precisamente na conturbada NOVA YORK, no meio de hippies intoxicados por desregramentos sexuais, maconha e LSD, típica contra-cultura americana, com o intuito de disseminar o movimento HARE-KRISHNA na América. Como afirma um seguidor, na página 200, PRABHUPADA era o único que ousava falar abertamente contra o LSD, dizendo que era um disparate. A droga LSD era considerada o alucinógeno espiritual da época (quem for da minha faixa etária, ou pertenceu a geração paz e amor, sabe do que estou falando). O gurú indiano afirmava que os ensinos do BHAGAVAD-GITA, livro base da sua crença, proporcionava a "MAIOR VIAGEM ESPIRITUAL DE TODAS". Com esse exemplo, é o caso de perguntarmos o que as religiões ditas "tradicionais" estão fazendo para divulgar a paz? O compromisso de quem se diz religioso é mostrar à sociedade atual, empanturrada de tecnologia, mas miserável em conquistas morais, qual a paz verdadeira que deve buscar. Mas ao invés disso, vemos dia a dia surgirem mais igrejas de "jesus com conta bancária".
Devemos almejar mais do que o acanhado conceito de paz sonhado pela maioria, que significa simplesmente barriga cheia, não ser vítima da violência, ter "liberdade" para continuar chafurdando nos vícios e em todas as imperfeições morais. A PAZ pregada por KRISHNA, JESUS, e outros luminares pressupõe um nível de consciência mais elevado. É a paz real, verdadeira, da consciência livre do remorso e da culpa, resultado da sintonia com os planos mais altos da vida espiritual. Paz esta, somente alcançada com reforma íntima e renúncia aos prazeres materiais mais grosseiros. Infelizmente muito poucos estão dispostos a pagar esse preço. O cristo que o diga, na sua passagem aqui pela terra.
Jesus não é figura lendária para livros de história, mas roteiro vivo para a nossa existência. Em apenas três anos de peregrinação, por uma pequena região do planeta, não deixou nada escrito, não criou religião, não ostentou nenhum título (meu reino não é deste mundo), não fundou escolas. Sua cátedra era os lugares por onde passava, andando a pé ou montado num jumento, exalando palavras de sabedoria e humildade, dividindo com isso o tempo em antes e depois dele.
Vivemos buscando fórmulas mágicas de felicidade, cultuando ídolos de barro, sofrendo de auto-piedade, escravos da opinião pública sobre nós mesmos, sonhando com a paz, sem saber onde e como procurá-la. Por esta razão, muitas vezes somos vítimas das "utopias" que aparecem como salvação. O próprio marxismo provou que por mais bem intencionada seja uma doutrina ou ideologia, ela não sobrevive se não admitir Deus como causa primária, porque o ser humano, queiramos ou não, é espírito antes de ser matéria.
Encerrando estas reflexões, diria que devemos procurar a paz, onde realmente ela pode ser encontrada, isto é, DENTRO DE NÓS MESMOS!
Pensem nisso e até a próxima.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. ALAN KARDEC.
Jesus dizia que "os sãos não precisam de médicos, mas sim os doentes". Nesse sentido temos inumeráveis exemplos de homens abnegados que muito fizeram pela paz, e nem por isso são notícia na mídia, que somente divulga desgraças. O livro "PLANTANDO A SEMENTE" conta a história do gurú indiano SRILA PRABHUPADA e sua chegada aos Estados Unidos em meados da década de 60, mais precisamente na conturbada NOVA YORK, no meio de hippies intoxicados por desregramentos sexuais, maconha e LSD, típica contra-cultura americana, com o intuito de disseminar o movimento HARE-KRISHNA na América. Como afirma um seguidor, na página 200, PRABHUPADA era o único que ousava falar abertamente contra o LSD, dizendo que era um disparate. A droga LSD era considerada o alucinógeno espiritual da época (quem for da minha faixa etária, ou pertenceu a geração paz e amor, sabe do que estou falando). O gurú indiano afirmava que os ensinos do BHAGAVAD-GITA, livro base da sua crença, proporcionava a "MAIOR VIAGEM ESPIRITUAL DE TODAS". Com esse exemplo, é o caso de perguntarmos o que as religiões ditas "tradicionais" estão fazendo para divulgar a paz? O compromisso de quem se diz religioso é mostrar à sociedade atual, empanturrada de tecnologia, mas miserável em conquistas morais, qual a paz verdadeira que deve buscar. Mas ao invés disso, vemos dia a dia surgirem mais igrejas de "jesus com conta bancária".
Devemos almejar mais do que o acanhado conceito de paz sonhado pela maioria, que significa simplesmente barriga cheia, não ser vítima da violência, ter "liberdade" para continuar chafurdando nos vícios e em todas as imperfeições morais. A PAZ pregada por KRISHNA, JESUS, e outros luminares pressupõe um nível de consciência mais elevado. É a paz real, verdadeira, da consciência livre do remorso e da culpa, resultado da sintonia com os planos mais altos da vida espiritual. Paz esta, somente alcançada com reforma íntima e renúncia aos prazeres materiais mais grosseiros. Infelizmente muito poucos estão dispostos a pagar esse preço. O cristo que o diga, na sua passagem aqui pela terra.
Jesus não é figura lendária para livros de história, mas roteiro vivo para a nossa existência. Em apenas três anos de peregrinação, por uma pequena região do planeta, não deixou nada escrito, não criou religião, não ostentou nenhum título (meu reino não é deste mundo), não fundou escolas. Sua cátedra era os lugares por onde passava, andando a pé ou montado num jumento, exalando palavras de sabedoria e humildade, dividindo com isso o tempo em antes e depois dele.
Vivemos buscando fórmulas mágicas de felicidade, cultuando ídolos de barro, sofrendo de auto-piedade, escravos da opinião pública sobre nós mesmos, sonhando com a paz, sem saber onde e como procurá-la. Por esta razão, muitas vezes somos vítimas das "utopias" que aparecem como salvação. O próprio marxismo provou que por mais bem intencionada seja uma doutrina ou ideologia, ela não sobrevive se não admitir Deus como causa primária, porque o ser humano, queiramos ou não, é espírito antes de ser matéria.
Encerrando estas reflexões, diria que devemos procurar a paz, onde realmente ela pode ser encontrada, isto é, DENTRO DE NÓS MESMOS!
Pensem nisso e até a próxima.
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. ALAN KARDEC.
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