Embora já defasado no tempo, pois estava viajando para um local onde só havia areia e mar (acreditem!), não tinha internet, hoje nesta véspera de final de ano gostaria de falar sobre o comercializado natal.
Em qualquer festa de aniversário que tenhamos participado, a figura principal sempre é quem comemora, naquele momento, mais um ano de vida. Eu disse sempre, mas na verdade, a expressão correta é, QUASE SEMPRE.
O suposto nascimento de Jesus em 25 de dezembro( eu disse suposto porque há controvérsias quanto a data) é uma comemoração, com raríssimas exceções, de um aniversário sem aniversariante. Quase nunca o convidamos para participar da sua celebração. Lembramos dos "comes e bebes", de todo tipo de desequilíbrio causado pelo abuso de bebidas alcoólicas, mas esquecemos completamente da causa principal.
Jesus não é figura lendária ou mito para livros de história, mas roteiro vivo para a nossa existência. Em apenas três anos de peregrinação por uma pequena região do planeta, não deixou nada escrito, não criou nenhuma religião, não ostentou nenhum título (meu reino não é deste mundo), não fundou escolas e nem ensinou nelas, não assinou contrato com nenhuma igreja, embora muitas queiram hoje em dia, apossar-se dele com exclusividade. Sua cátedra eram os lugares por onde passava, andando a pé ou montado num jumento, exalando palavras de sabedoria e humildade.
Utilizou-se das coisas simples como um grão de mostarda para falar de fé ( Matheus cap.17;v.14 a 19), referiu-se à semente que cai em diferentes lugares para entendermos a diversidade de sentimentos ( Matheus 13: v. 1 a 9), curava sem julgar a origem do mal; ouvia as mazelas do povo, esclarecendo e consolando. Nunca quis ser glorificado ou temido, ao contrário, queria ser amigo e irmão.
Flávio Josefo, historiador do povo hebreu, no século I , em sua obra ANTIGUIDADES JUDAICAS, assim falou sobre Jesus: "- Nesta época viveu Jesus, um homen excepcional, porque realizava coisas prodigiosas. Conquistou muitos adeptos entre os judeus e até entre os helenos. Quando por denúncia dos notáveis, Pilatos o condenou à cruz, os que lhe tinham dado afeição não deixaram de o amar, porque lhes apareceu ao terceiro dia, mais vivo do que nunca. Nos dias atuais ainda não acabou a linhagem dos que, por causa dele, se chamam cristãos".
O espiritismo não crê num cristo crucificado, exalando tristeza e dôr, mas sim num Cristo vivo, irradiando esperança e fé. Na questão 625 de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Kardec pergunta qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homen, para lhe servir de guia e modêlo? A resposta dos espíritos superiores foi, JESUS.
Vivemos buscando fórmulas mágicas de felicidade, cultuando ídolos de barro, não percebendo que ELE é o caminho, a verdade e a vida.
Para muitos que se proclamam "progressistas", "socialistas" etc, ser religioso é ser apático, conformado. Essa gente ainda não percebeu que nos últimos dois mil anos, nada mais revolucionário e inovador, do que a proposta de Jesus de Nazaré. O próprio marxismo provou que por mais bem intencionada que seja uma ideologia, ela não sobrevive se não admitir DEUS COMO CAUSA PRIMÁRIA, porque o ser humano é essencialmente espiritual e tem ânsia, desejo de transcender à matéria.
Pena que somente descobrimos isso à custa de sangue e lágrimas, pois segundo Francisco Xavier, existem apenas duas fórmulas de evolução, ou seja, pelo amor ou pela dor; e quase sempre escolhemos a segunda opção.
Que possamos aproveitar esta data para meditar sobre tudo isso, convidando o mestre para participar conosco, do seu próprio aniversário.
Bom Natal e Feliz 2011 à todos.
Francisco Corrêa - vice presidente do Grupo Espírita ALAN KARDEC - Pelotas RS.
ESTE ESPAÇO VISA DIVULGAR COMENTÁRIOS E REFLEXÕES SOBRE AS QUESTÕES TRANSCENDENTAIS DA VIDA À LUZ DO CONHECIMENTO ESPÍRITA. TENTANDO MINIMIZAR O MATERIALISMO DEVORADOR QUE ASSOLA A SOCIEDADE ATUAL.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
SOBREVIVÊNCIA DO ESPÍRITO.
Anos atrás um fato chamou a atenção do Jornal Espírita de São Paulo, pois apresentou uma prova da sobrevivência do espírito, prova esta que poucos conseguirão contestar, senão vejamos:
Na antiga União Soviética, um jovem de 19 anos, recém formado em medicina, começou a encontrar dificuldade para exercer sua profissão, devido à severa fiscalização imposta pelo governo, por causa disso, resolve mudar para Nova York. No dia em que deveria viajar para os Estados Unidos, sofreu um acidente automobilístico: enquanto esperava, na calçada, um táxi para conduzi-lo ao aeroporto, foi atingido por um carro desgovernado. E agiram conforme o recomendado para casos como esse, levando o corpo diretamente para o necrotério, onde deveria permanecer por três dias, prazo necessário para se fazer uma necropsia, segundo a legislação local, nos casos de morte súbita. No necrotério permaneceu congelado nesse período. Mesmo nessas condições percebeu que num certo momento estava em seu quarto, sentiu o cheiro de sua casa e até a suavidade do lençol de sua cama ele constatou. Viu a sua mulher deitada no sofá, chorando inconsolàvel por não aceitar o fato de forma alguma. Não teve nenhuma noção do tempo que passou nesse estado. Só sentiu-se mal quando os médicos foram lavar seu corpo com água morna, afim de descongelá-lo, para então iniciar o trabalho de necropsia.
Foi nesse momento que sentiu uma força estranha puxando-o de volta ao corpo. Isso lhe causou um certo constrangimento, pois não tinha a mínima vontade de voltar para aquele corpo. Naquele estado, a única coisa que sentia era como se tivesse pulado numa piscina de água bem gelada.
No exato instante em que os médicos estavam prontos a abri-lo com o bisturi para iniciar o corte em seu peito ele abriu os olhos, fato que, como era de se esperar, causou enorme espanto aos médicos à sua volta. Imediatamente o examinaram e constatou-se que suas pupilas estavam normais. Levaram-no às pressas para o interior do hospital afim de que pudesse receber os cuidados necessários. Permaneceu em tratamento por alguns meses até que finalmente se recuperou completamente.
Esse acontecimento o fez ter certeza absoluta que a morte não existe, e isso foi fundamental para que mudasse integralmente sua maneira de viver. A primeira coisa que fez foi largar a medicina, dedicar-se à teologia. Tornou-se religioso dedicado e, inclusive, passou a pregar em sua igreja.
Este fato é um dos muitos casos recentemente pesquisados sobre experiências de pessoas que passaram por alguma situação em que tiveram paralisação completa dos órgãos vitais, foram, portanto, declarados clinicamente mortos pelos médicos.
Muitas não percebem absolutamente nada no perìodo em que se encontravam "desligadas", mas outras contaram o que aconteceu com elas naquele momento.
Supomos que os que passam por uma situação dessas ficam em coma, como então perceberam fatos acontecidos quando estavam completamente "apagados"? E, no caso que relatamos acima, do jovem congelado, será que os neurônios desse jovem não se congelaram também? Então, como ocorreu o funcionamento do cérebro? Será que um cérebro congelado é capas de funcionar?
Nós podemos dizer que, na verdade, tudo isso não passa de coisas percebidas pelo próprio espírito, que não necessita de órgãos materiais para a percepção dos fatos. Um exemplo muito comum que podemos citar é o de pessoas que perderam um dos membros do corpo (braço ou perna), e continuaram a sentir dor neste membro "fantasma", se é que podemos assim dizer. A literatura espírita narra o caso de um vidente que era físicamente cego. Muitas das suas percepções foram confirmadas por outros videntes que enxergavam muito bem, pois não tinham nenhuma deficiência visual, atestando, dessa forma, a faculdade de vidência que possuía.
È óbvio que muitos "entendidos" e parapsicólogos de plantão, tipo padre Quevedo, afirmariam que tudo é produto do subconsciente ou do inconsciente. Todavia se dermos à esse inconsciente o nome de ESPÍRITO, tudo bem. Senão, queremos ver quem vai nos trazer uma PROVA CIENTÍFICA CONTRÁRIA ao que estamos afirmando. Quem se habilita a ser congelado por três dias para servir de cobaia para se fazer um teste?
É a pergunta que fazemos primeiro aos materialistas, para depois a dirigirmos a alguns parapsicólogos que vivem se oferecendo para provar que o espírito não pode perceber e nem realizar mais nada, já que não possui corpo.
Embora o que agora vamos questionar não tenha nada a ver com o assunto proposto no título desse comentário, mas como se diz populamente, uma coisa leva à outra. Já que houve percepção durante o momento que a pessoa estava na "geladeira" e, se disso, aceitarmos que o espírito sobreviva à morte do corpo, como queremos concluir, porque não poderia se comunicar telepáticamente com uma pessoa viva, uma vez que a linguagem dos espíritos é a do pensamento? Porque também não poderia exercer uma influência em outro corpo, para, por exemplo, trazer sua mensagem, tendo em vista que, quando vivo, era exatamente isso que fazia com seu próprio corpo?
São questões que levantamos, cujas respostas os espíritas já sabem, e explicariam a possibilidade da comunicação entre os dois planos da vida.
PENSEM NISSO.
Francisco Corrêa. - vice presidente do G. E. Alan Kardec / Pelotas.
Na antiga União Soviética, um jovem de 19 anos, recém formado em medicina, começou a encontrar dificuldade para exercer sua profissão, devido à severa fiscalização imposta pelo governo, por causa disso, resolve mudar para Nova York. No dia em que deveria viajar para os Estados Unidos, sofreu um acidente automobilístico: enquanto esperava, na calçada, um táxi para conduzi-lo ao aeroporto, foi atingido por um carro desgovernado. E agiram conforme o recomendado para casos como esse, levando o corpo diretamente para o necrotério, onde deveria permanecer por três dias, prazo necessário para se fazer uma necropsia, segundo a legislação local, nos casos de morte súbita. No necrotério permaneceu congelado nesse período. Mesmo nessas condições percebeu que num certo momento estava em seu quarto, sentiu o cheiro de sua casa e até a suavidade do lençol de sua cama ele constatou. Viu a sua mulher deitada no sofá, chorando inconsolàvel por não aceitar o fato de forma alguma. Não teve nenhuma noção do tempo que passou nesse estado. Só sentiu-se mal quando os médicos foram lavar seu corpo com água morna, afim de descongelá-lo, para então iniciar o trabalho de necropsia.
Foi nesse momento que sentiu uma força estranha puxando-o de volta ao corpo. Isso lhe causou um certo constrangimento, pois não tinha a mínima vontade de voltar para aquele corpo. Naquele estado, a única coisa que sentia era como se tivesse pulado numa piscina de água bem gelada.
No exato instante em que os médicos estavam prontos a abri-lo com o bisturi para iniciar o corte em seu peito ele abriu os olhos, fato que, como era de se esperar, causou enorme espanto aos médicos à sua volta. Imediatamente o examinaram e constatou-se que suas pupilas estavam normais. Levaram-no às pressas para o interior do hospital afim de que pudesse receber os cuidados necessários. Permaneceu em tratamento por alguns meses até que finalmente se recuperou completamente.
Esse acontecimento o fez ter certeza absoluta que a morte não existe, e isso foi fundamental para que mudasse integralmente sua maneira de viver. A primeira coisa que fez foi largar a medicina, dedicar-se à teologia. Tornou-se religioso dedicado e, inclusive, passou a pregar em sua igreja.
Este fato é um dos muitos casos recentemente pesquisados sobre experiências de pessoas que passaram por alguma situação em que tiveram paralisação completa dos órgãos vitais, foram, portanto, declarados clinicamente mortos pelos médicos.
Muitas não percebem absolutamente nada no perìodo em que se encontravam "desligadas", mas outras contaram o que aconteceu com elas naquele momento.
Supomos que os que passam por uma situação dessas ficam em coma, como então perceberam fatos acontecidos quando estavam completamente "apagados"? E, no caso que relatamos acima, do jovem congelado, será que os neurônios desse jovem não se congelaram também? Então, como ocorreu o funcionamento do cérebro? Será que um cérebro congelado é capas de funcionar?
Nós podemos dizer que, na verdade, tudo isso não passa de coisas percebidas pelo próprio espírito, que não necessita de órgãos materiais para a percepção dos fatos. Um exemplo muito comum que podemos citar é o de pessoas que perderam um dos membros do corpo (braço ou perna), e continuaram a sentir dor neste membro "fantasma", se é que podemos assim dizer. A literatura espírita narra o caso de um vidente que era físicamente cego. Muitas das suas percepções foram confirmadas por outros videntes que enxergavam muito bem, pois não tinham nenhuma deficiência visual, atestando, dessa forma, a faculdade de vidência que possuía.
È óbvio que muitos "entendidos" e parapsicólogos de plantão, tipo padre Quevedo, afirmariam que tudo é produto do subconsciente ou do inconsciente. Todavia se dermos à esse inconsciente o nome de ESPÍRITO, tudo bem. Senão, queremos ver quem vai nos trazer uma PROVA CIENTÍFICA CONTRÁRIA ao que estamos afirmando. Quem se habilita a ser congelado por três dias para servir de cobaia para se fazer um teste?
É a pergunta que fazemos primeiro aos materialistas, para depois a dirigirmos a alguns parapsicólogos que vivem se oferecendo para provar que o espírito não pode perceber e nem realizar mais nada, já que não possui corpo.
Embora o que agora vamos questionar não tenha nada a ver com o assunto proposto no título desse comentário, mas como se diz populamente, uma coisa leva à outra. Já que houve percepção durante o momento que a pessoa estava na "geladeira" e, se disso, aceitarmos que o espírito sobreviva à morte do corpo, como queremos concluir, porque não poderia se comunicar telepáticamente com uma pessoa viva, uma vez que a linguagem dos espíritos é a do pensamento? Porque também não poderia exercer uma influência em outro corpo, para, por exemplo, trazer sua mensagem, tendo em vista que, quando vivo, era exatamente isso que fazia com seu próprio corpo?
São questões que levantamos, cujas respostas os espíritas já sabem, e explicariam a possibilidade da comunicação entre os dois planos da vida.
PENSEM NISSO.
Francisco Corrêa. - vice presidente do G. E. Alan Kardec / Pelotas.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
CLONAGEM SOB A ÓTICA ESPÍRITA. ( parte final).
Concluindo o assunto sobre clonagem na ótica espírita, dizemos que o tema é instigante, já que desde alguns anos há preocupação pela sociedade, de onde isto pode nos levar. SERIA POSSÍVEL A FABRICAÇÃO DE SERES HUMANOS EM SÉRIE? Recorremos mais uma vez ao Dr. Sérgio Felipe de Oliveira onde textualmente ele diz: "o clone humano é uma utopia patética. A clonagem útil é feita pelo plano espiritual, dentro da lei natural. A ciência ortodoxa está centrada na Europa e ESTADOS UNIDOS e esses países não respeitam o embrião. Quando não se tem respeito, não se tem capacidade de percepção e a ciência precisa da percepção. Nos Estados Unidos, trinta por cento das gestações são abortadas. Isso gera um transtorno ambiental e um problema antropológico humano maior. Ao nosso ver, o problema está aí e não na discussão ética do clone humano. A ciência não está tendo ética para lidar com os embriões, como pode discutir com equilíbrio, a clonagem de seres humanos? Na verdade, primeiro vem o respeito incondicional à vida.
Nós nos perguntamos, se trinta por cento das gestações americanas são abortadas, quanto tempo vai demorar para começar a aparecer problemas genéticos na população? Daqui a 30 ou 40 anos vão surgir doenças e problemas os mais variados, porque o que se está provocando é uma seleção artificial da espécie. Só compreenderemos a clonagem humana, quando a ciência estiver iluminada pelo conhecimento do espírito e trabalhar pelo engrandecimento espiritual da humanidade".
Depois desta bela dissertação feita pelo Dr. Sérgio, resta-nos apenas lembrar de Jesus, quando afirmava que o grande mal da humanidade era o egoísmo, o orgulho, a inveja etc. que ele chamava de "ervas daninhas". O homem ao longo dos séculos deturpou todos os dons de Deus. O poder, o dinheiro, o conhecimento, ao invés de serem usados para auxiliar, para libertar, sempre foram usados para escravizar, oprimir, explorar. Pergunto: PORQUE COM A CLONAGEM SERIA DIFERENTE? Quando esta tecnologia científica cair na mão de algum "cientista maluco", como muitos daqueles que trabalharam para Hitler, o que pode acontecer?
O mestre Kardec já dizia que o grande mal da humanidade é que evoluiu muito em conhecimento tecnológico, mas não evoluiu no mesmo nível em moralidade.
É para isto que que a Doutrina Espírita existe, e é por isso que procuramos divulgá-la.
Não estamos encarnados atualmente neste planeta, para "brincar de roda" em tôrno da fogueira das vaidades, pois já perdemos muito tempo. É preciso crescer espiritualmente, é hora de despertar as consciências adormecidas!! MÃOS À OBRA!
Quem gosta de navegar pela internet, pode acessar www.fergs.com. br. e usufruir de forma interativa, de um banco de dados para pesquisas, sobre este e outros assuntos, obtendo documentos que abordam a história do espiritismo, biografias e diversos temas doutrinários, podendo inclusive participar de cursos.
Até a próxima.
Francisco Corrêa vice presidente do G. E. Alan Kardec.
Nós nos perguntamos, se trinta por cento das gestações americanas são abortadas, quanto tempo vai demorar para começar a aparecer problemas genéticos na população? Daqui a 30 ou 40 anos vão surgir doenças e problemas os mais variados, porque o que se está provocando é uma seleção artificial da espécie. Só compreenderemos a clonagem humana, quando a ciência estiver iluminada pelo conhecimento do espírito e trabalhar pelo engrandecimento espiritual da humanidade".
Depois desta bela dissertação feita pelo Dr. Sérgio, resta-nos apenas lembrar de Jesus, quando afirmava que o grande mal da humanidade era o egoísmo, o orgulho, a inveja etc. que ele chamava de "ervas daninhas". O homem ao longo dos séculos deturpou todos os dons de Deus. O poder, o dinheiro, o conhecimento, ao invés de serem usados para auxiliar, para libertar, sempre foram usados para escravizar, oprimir, explorar. Pergunto: PORQUE COM A CLONAGEM SERIA DIFERENTE? Quando esta tecnologia científica cair na mão de algum "cientista maluco", como muitos daqueles que trabalharam para Hitler, o que pode acontecer?
O mestre Kardec já dizia que o grande mal da humanidade é que evoluiu muito em conhecimento tecnológico, mas não evoluiu no mesmo nível em moralidade.
É para isto que que a Doutrina Espírita existe, e é por isso que procuramos divulgá-la.
Não estamos encarnados atualmente neste planeta, para "brincar de roda" em tôrno da fogueira das vaidades, pois já perdemos muito tempo. É preciso crescer espiritualmente, é hora de despertar as consciências adormecidas!! MÃOS À OBRA!
Quem gosta de navegar pela internet, pode acessar www.fergs.com. br. e usufruir de forma interativa, de um banco de dados para pesquisas, sobre este e outros assuntos, obtendo documentos que abordam a história do espiritismo, biografias e diversos temas doutrinários, podendo inclusive participar de cursos.
Até a próxima.
Francisco Corrêa vice presidente do G. E. Alan Kardec.
CLONAGEM SOB A ÓTICA ESPÍRITA. ( primeira parte).
Sempre que escolhemos um assunto para escrever aos leitores, assumimos o compromisso de sermos claros, objetivos e responsáveis pelos conceitos emitidos pois caso contrário, perderemos credibilidade. Apenas escrever com o intuito de passar uma imagem de pseudo-cultura, absolutamente não é a finalidade que temos em pauta.
Fazemos esta introdução, pedindo desculpas antecipadas, caso não sejamos entendidos, porque o tema escolhido é essencialmente técnico e além disso não somos cientistas, nem médico, físico ou químico, somos apenas um espírita que procura estudar e aproveitar o imenso manancial de conhecimentos que a doutrina coloca-nos à disposição.
A clonagem é um fato recente na ciência humana e justamente por isso ainda carece de literatura mais aprofundada a respeito, acontecendo o mesmo com relação à visão espírita do tema. Tempos atrás, lemos uma entrevista concedida pelo médico paulista, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, espírita e destacado membro da Associação Médico-Espírita do Brasil, e isto nos possibilitou ligeiro esclarecimento sobre a questão. Os iniciados no conhecimento espírita sabem que somos constituídos de corpo físico, espírito e um corpo semi-material, intermediário chamado perispírito, corpo energético ou modelo organizador biológico. É através deste modelo que é planejada nossa futura reencarnação. Segundo o médico Sérgio Felipe, no depoimento acima mencionado, é o perispírito que age sobre o DNA, induzindo-o a se abrir ou a se fechar, conforme as ordens de comando vindas do espírito. O processo de proliferação celular dentro do útero vai causar um processo de materialização. Ainda conforme Dr. Sérgio, o útero materno é uma sala de materialização. É alí, naquela câmara escura que se dá a transformação de matéria "invisível" para a matéia tangível, biológica. O mesmo faz questão de alertar que a estrutura genética é um agente predisponente, mas não determinante, pois os fatores espirituais sempre comandam o processo.
Questionado se a clonagem empobrece a espécie, respondeu que sim, pois maior diversidade, maior proteção. Um agropecuarista que possuísse uma boiada de clones estaria correndo o risco de que um único vírus dizimasse todo rebanho. Mas a clonagem de animais vai auxiliar muito a saúde do homen, por exemplo, no campo dos hormônios e da fabricação de substâncias que não sejam rejeitadas pelo organismo. Com relação a clonagem de seres humanos, o médico diz que "o surgimento de tecnologia para clonar seres humanos deve surgir com a descoberta do mundo espiritual pela ciência terrestre. Não creio que se vai conseguir clonar um ser humano daqui a dez anos, vai demorar mais. Existem impedimentos físicos e legais que vão dar uma atravancada nos experimentos".
Para Deus não existe acaso e tudo segue um planejamento superior, sendo que essas experiências vão possilitar a prova de que a espiritualidade existe, ou seja, a clonagem será mais uma confirmação da Doutrina Espírita. Quando for possível clonar seres humanos constatar-se-á o nascimento de dois seres diferentes em termos de caráter, temperamento e gostos pessoais, embora com carga genética igual. Nesse momento as indagações vão exigir respostas convincentes. Os críticos, os materialistas, os teólogos, os ateus, irão se perguntar: O QUE ESTÁ POR TRÁS DESSAS DIFERENÇAS?
CONTINUA........
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
Fazemos esta introdução, pedindo desculpas antecipadas, caso não sejamos entendidos, porque o tema escolhido é essencialmente técnico e além disso não somos cientistas, nem médico, físico ou químico, somos apenas um espírita que procura estudar e aproveitar o imenso manancial de conhecimentos que a doutrina coloca-nos à disposição.
A clonagem é um fato recente na ciência humana e justamente por isso ainda carece de literatura mais aprofundada a respeito, acontecendo o mesmo com relação à visão espírita do tema. Tempos atrás, lemos uma entrevista concedida pelo médico paulista, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, espírita e destacado membro da Associação Médico-Espírita do Brasil, e isto nos possibilitou ligeiro esclarecimento sobre a questão. Os iniciados no conhecimento espírita sabem que somos constituídos de corpo físico, espírito e um corpo semi-material, intermediário chamado perispírito, corpo energético ou modelo organizador biológico. É através deste modelo que é planejada nossa futura reencarnação. Segundo o médico Sérgio Felipe, no depoimento acima mencionado, é o perispírito que age sobre o DNA, induzindo-o a se abrir ou a se fechar, conforme as ordens de comando vindas do espírito. O processo de proliferação celular dentro do útero vai causar um processo de materialização. Ainda conforme Dr. Sérgio, o útero materno é uma sala de materialização. É alí, naquela câmara escura que se dá a transformação de matéria "invisível" para a matéia tangível, biológica. O mesmo faz questão de alertar que a estrutura genética é um agente predisponente, mas não determinante, pois os fatores espirituais sempre comandam o processo.
Questionado se a clonagem empobrece a espécie, respondeu que sim, pois maior diversidade, maior proteção. Um agropecuarista que possuísse uma boiada de clones estaria correndo o risco de que um único vírus dizimasse todo rebanho. Mas a clonagem de animais vai auxiliar muito a saúde do homen, por exemplo, no campo dos hormônios e da fabricação de substâncias que não sejam rejeitadas pelo organismo. Com relação a clonagem de seres humanos, o médico diz que "o surgimento de tecnologia para clonar seres humanos deve surgir com a descoberta do mundo espiritual pela ciência terrestre. Não creio que se vai conseguir clonar um ser humano daqui a dez anos, vai demorar mais. Existem impedimentos físicos e legais que vão dar uma atravancada nos experimentos".
Para Deus não existe acaso e tudo segue um planejamento superior, sendo que essas experiências vão possilitar a prova de que a espiritualidade existe, ou seja, a clonagem será mais uma confirmação da Doutrina Espírita. Quando for possível clonar seres humanos constatar-se-á o nascimento de dois seres diferentes em termos de caráter, temperamento e gostos pessoais, embora com carga genética igual. Nesse momento as indagações vão exigir respostas convincentes. Os críticos, os materialistas, os teólogos, os ateus, irão se perguntar: O QUE ESTÁ POR TRÁS DESSAS DIFERENÇAS?
CONTINUA........
Francisco Corrêa - vice presidente do G. E. Alan Kardec.
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