Continuando o artigo anterior, quando comentávamos o IV Congresso Nacional da Associação Médico-espírita de São Paulo, fazemos referência hoje ao tema desenvolvido nesse evento sobre a religiosidade na cura de doenças. Pela primeira vez o congresso recebeu cientistas que estudam fatores físicos e psicológicos envolvendo o poder da religiosidade na cura do corpo físico.
O físico quântico Dr. AMIT GOSWANI mostrou as experiências da física que comprovam os campos sutis da matéria, que para os religiosos seria o espírito ou o campo eletromagnético que permitiria receber as vibrações energéticas da prece.
O psiquiatra britânico doutor PETER FENWICK assistiu todas as palestras e ficou impressionado com os estudos e os trabalhos de hospitais brasileiros no tratamento com a ajuda da religião. Ele relatou o vasto estudo de pesquisa de experiências de quase morte (EQM) e lembranças no processo de ressuscitação de pacientes clinicamente mortos por um tempo.
O psicogeriatra doutor HAROLDO KOEING apresentou resultados de trabalhos e pesquisas sobre a integração da religiosidade dos pacientes e da prece à distancia no resultado de cura. O médico californiano ficou muito contente em saber que no Brasil, um país tão religioso, os médicos comecem a articular uma mudança no modelo de atendimento em relação aos pacientes. " Nos Estados Unidos até os seguros de saúde estão investindo nos médicos que passam a reduzir gastos ambulatoriais e laboratoriais incluindo a medicina energética ou espiritual. No processo de autocura todos ganham e os médicos conseguem restabelecer seu papel, ou seja, promover a saúde.
Para finalizar o congresso, os médicos discutiram, com mais de mil participantes, a humanização do relacionamento médico-paciente, lembrando o juramento de HIPÓCRATES, que para muitos profissionais não passa de juramento "HIPÓCRITA", como tristemente temos presenciado em processos na justiça.
O objetivo é fazer com que os profissionais da medicina se preocupem com o paciente de uma forma holística, não só como alguém que precisa de medicamento químico.
Também foi elaborada uma carta, posicionando os médicos espíritas contra a prática do aborto, contra a pílula do dia seguinte, a favor da prescrição de métodos de controle de natalidade que impeçam a fecundação, pela preservação de todos os embriões congelados, contra a clonagem humana, tanto reprodutiva quanta a terapêutica, contra a eutanásia e a distanásia (tratamento inútil para prolongar a vida) e contra qualquer método de suicídio assitido. "O compromisso de todos os médicos é com a vida. O médico que segue a Doutrina Espírita deve zelar em dobro pela vida carnal e espiritual", explicou a dra. Marlene Nobre, presidente da AME (Associação Médico-Espírita) de São Paulo.
Médicos espíritas da Argentina, México, Colômbia, Paraguai e Panamá estiveram presentes no congresso brasileiro para ratificar o compromisso de ampliar e implantar os preceitos da medicina energética, da prece e da religiosidade.
A ciência de uma forma geral, e particularmente a medicina deve ter a humildade de admitir que os bancos acadêmicos ainda não descobriram tudo que envolve a relação doença-cura, e que a Doutrina Espírita tem muito a ensinar a quem tiver "OLHOS DE VER E OUVIDOS DE OUVIR", como dizia Jesus.
Até a próxima.
Francisco Corrêa vice-presidente do G. E. ALAN KARDEC / PELOTAS RS.
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