sábado, 4 de dezembro de 2010

SOBREVIVÊNCIA DO ESPÍRITO.

Anos atrás um fato chamou a atenção do Jornal Espírita de São Paulo, pois apresentou uma prova da sobrevivência do espírito, prova esta que poucos conseguirão  contestar, senão vejamos:
Na antiga União Soviética, um jovem de 19 anos, recém formado em medicina, começou a encontrar dificuldade para exercer sua profissão, devido à severa fiscalização imposta pelo governo, por causa disso, resolve mudar para Nova York. No dia em que deveria viajar para os Estados Unidos, sofreu um acidente automobilístico: enquanto esperava, na calçada, um táxi para conduzi-lo ao aeroporto, foi atingido por um carro desgovernado. E agiram conforme o recomendado para casos como esse, levando o corpo diretamente para o necrotério, onde deveria permanecer por três dias, prazo necessário para se fazer uma necropsia, segundo a legislação local, nos casos de morte súbita. No necrotério permaneceu congelado nesse período. Mesmo nessas condições percebeu que num certo momento estava em seu quarto, sentiu o cheiro de sua casa e até a suavidade do lençol de sua cama ele constatou. Viu a sua mulher deitada no sofá, chorando inconsolàvel  por não aceitar o fato de forma alguma. Não teve nenhuma noção do tempo que passou nesse estado. Só sentiu-se mal quando os médicos foram lavar seu corpo com água morna, afim de descongelá-lo, para então iniciar o trabalho de necropsia.
Foi nesse momento que sentiu uma força estranha puxando-o de volta ao corpo. Isso lhe causou um certo constrangimento, pois não tinha a mínima vontade de voltar para aquele corpo. Naquele estado, a única coisa que sentia era como se tivesse pulado numa piscina de água bem gelada.
No exato instante em que os médicos estavam prontos a abri-lo com o bisturi para iniciar o corte em seu peito ele abriu os olhos, fato que, como era de se esperar, causou enorme espanto aos médicos à sua volta. Imediatamente o examinaram e constatou-se que suas pupilas estavam normais. Levaram-no às pressas para o interior do hospital afim de que pudesse receber os cuidados necessários. Permaneceu em tratamento  por alguns meses até que finalmente se recuperou completamente.
Esse acontecimento  o fez ter certeza absoluta que a morte não existe, e isso foi fundamental para que mudasse integralmente sua maneira de viver. A primeira coisa que fez foi largar a medicina, dedicar-se à teologia. Tornou-se religioso dedicado e, inclusive, passou a pregar em sua igreja.
Este fato é um dos muitos casos recentemente pesquisados sobre experiências de pessoas que passaram por alguma situação em que tiveram paralisação completa dos órgãos vitais, foram, portanto, declarados clinicamente mortos pelos médicos.
Muitas não percebem absolutamente nada no perìodo em que se encontravam "desligadas", mas outras contaram o que aconteceu com elas naquele momento.
Supomos que os que passam por uma situação dessas ficam em coma, como então perceberam fatos acontecidos quando estavam completamente "apagados"? E, no caso que relatamos acima, do jovem congelado, será que os neurônios desse jovem não se congelaram também? Então, como ocorreu o funcionamento do cérebro? Será que um cérebro congelado é capas de funcionar?
Nós podemos dizer que, na verdade, tudo isso não passa de coisas percebidas pelo próprio espírito, que não necessita de órgãos materiais para a percepção dos fatos.  Um exemplo muito comum que podemos citar é o de pessoas que perderam um dos membros do corpo (braço ou perna), e continuaram a sentir dor neste membro "fantasma", se é que podemos assim dizer. A literatura espírita narra o caso de um vidente que era físicamente cego. Muitas das suas percepções foram confirmadas por outros videntes que enxergavam muito bem, pois não tinham nenhuma deficiência visual, atestando, dessa forma, a faculdade de vidência que possuía.
È óbvio que muitos "entendidos" e parapsicólogos de plantão, tipo padre Quevedo, afirmariam que tudo é produto do subconsciente ou do inconsciente. Todavia se dermos à esse inconsciente o nome de ESPÍRITO, tudo bem. Senão, queremos ver quem vai nos trazer uma PROVA CIENTÍFICA CONTRÁRIA ao que estamos afirmando. Quem se habilita a ser congelado por três dias para servir de cobaia para se fazer um teste?
É a pergunta que fazemos primeiro aos materialistas, para depois a dirigirmos a alguns parapsicólogos que vivem  se oferecendo para provar que o espírito não pode perceber e nem realizar mais nada, já que não possui corpo.
Embora o que agora vamos questionar não tenha nada a ver com o assunto proposto no título desse comentário, mas como se diz populamente, uma coisa leva à outra. Já que houve percepção durante o momento que a pessoa  estava na "geladeira" e, se disso, aceitarmos que o espírito sobreviva à morte do corpo, como queremos concluir, porque não poderia se comunicar telepáticamente com uma pessoa viva, uma vez que a linguagem dos espíritos é a do pensamento? Porque também não poderia exercer uma influência em outro corpo, para, por exemplo, trazer sua mensagem, tendo em vista que, quando vivo, era exatamente isso que fazia com seu próprio corpo?
São questões que levantamos, cujas respostas os espíritas já sabem,  e explicariam a possibilidade da comunicação entre os dois planos da vida.


PENSEM NISSO.



Francisco Corrêa. - vice presidente do G. E. Alan Kardec / Pelotas.

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